A ex-“rainha dos baixinhos” apronta mais uma

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25/07/2020

A ex-“rainha dos baixinhos” apronta mais uma

Depois da criação que deu à sua filha que teve a liberdade para convidá-la a fumar maconha juntas, a Maria deu a “graça” de aparecer como escritora trazendo em sua “obra intelectual” assuntos do mundo LGBT, segundo ela, para o público infantil.

Em sua explicação para o conteúdo, Maria da Graça, conhecida popularmente como Xuxa Meneghel, argumenta que colocaria o assunto de maneira lúdica “para que as crianças possam entender que o amor é mais importante”.

“Fiz esse livro pensando em tudo que a gente está passando, tanto preconceito, tanta discriminação, tanta gente julgando as pessoas pelas suas escolhas, condições ou condições ou vontades. Aí eu tentei colocar de uma maneira lúdica, bonita, para que as crianças possam entender que o amor é mais importante que qualquer coisa”, assegurou a “escritora”.

Xuxa define de “lúdico e bonito” ensinar à uma criança que ela pode fazer parte do grupo LGBT, que mais vale o amor que a tradição da natureza que trouxe ao mundo dois sexos definidos que são o masculino e o feminino, e que ambos se completam. Ela fala também que existe muita gente julgando as pessoas pelas suas escolhas, condições ou vontade, fato que lhe dá, nesse ponto, a razão. Contudo, o que se sabe é que ela buscou esse assunto para tentar minimizar a situação de mulheres de sua família, lésbicas, que tem uma filha. Quer fazer a sobrinha entender que é normal e natural a relação de “suas mães”, que mais vale o amor entre elas que o que as pessoas pensam ou criticam.

O que se pensar sobre essa ideia da ex-rainha dos baixinhos? Muito boa, trazer um assunto que machuca as pessoas com ideias, gostos e que preferem um relacionamento homossexual, que o amor entre essas pessoas é problema delas, que deve ser respeitado incondicionalmente. Se isso fosse direcionado apenas para um público adulto, com quereres, desejos e personalidade definidos, mas para uma criança em formação de caráter e personalidade, seria uma apologia ao homossexualismo.

Clóvis Dragone – Jornalista

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